Digite sua Procura...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A Musica macabra


Gloomy Sunday
Sunday is gloomy,
My hours are slumberless
Dearest the shadows
I live with are numberless
Little white flowers
Will never awaken you
Not where the black coach of
Sorrow has taken you
Angels have no thought
Of ever returning you
Would they be angry
If I thought of joining you?
Gloomy Sunday
Gloomy is Sunday,
With shadows I spend it all
My heart and I
Have decided to end it all
Soon there’ll be flowers
And prayers that are said I know
Let them not weep
Let them know that I’m glad to go
Death is no dream
For in death I’m caressin’ you
With the last breath of my soul
I’ll be blessin’you
Gloomy Sunday
Dreaming, I was only dreaming
I wake and I find you asleep 
In the deep of my heart, dear
Darling I hope
That my dream never haunted
My heart is tellin’ you
How much I wanted you
Gloomy Sunday 
Rezsõ Seress, compositor e pianista húngaro. Criador  da musica.
Segundo reza a história, Rezsõ Seress foi um compositor húngaro que falhou. Falhar também faz parte do processo de criação. Seress viveu a maior parte da sua vida em Budapeste e sonhava tornar-se num compositor famoso. Intransigente e convicto dos seus objetivos, brigava constantemente com a sua namorada. Esta não conseguia aguentar a insegurança de uma vida ambiciosa. Os insucessos vividos pelo compositor e o término da relação do casal fizeram com que, certo domingo, Rezsõ observasse a janela. O céu cobriu-se em tons de cinza e a tempestade revelou os rabiscos do que viria a ser o Domingo Sombrio.
“It is autumn and the leaves are falling
All loved has died on earth
The wind is weeping with sorrowful tears
My heart will never hope for a new spring again
My tears my sorrows are all in vain
People are heartless, greedy and wicked..”
Esta seria a letra original que embalou Seress de forma melancólica em 1933 (traduzida em Inglês). A letra foi reescrita (em húngaro) pelo seu amigo Lázlo Javor que contribuiu para uma melhoria do valor artístico da letra quando traduzida. Seja qual for a língua, os sentimentos de desespero e tristeza são universais.
Gloomy Sunday conta a história de um homem que declara que a única prova de ser devoto ao seu amor (que recusa acreditar nos seus sentimentos) é abreviando a sua vida num domingo sombrio.
Seress contactou a primeira editora para publicar a sua música. Rejeitado. Voltou a tentar outra editora. Aceite. Ficou entusiástico.
Nada fazia antever que, dias depois, surgisse uma sucessão de suicídios com o ressoar da melodia, como se de um último grito se tratasse. Seress, numa tentativa de pedido de reconciliação à sua namorada, verifica que esta se tinha envenenado, transportando consigo uma cópia de Gloomy Sunday. Questionado pelos efeitos da sua música, o músico responde:
“Estou no meio deste sucesso mortífero como um homem sendo acusado. Esta fama fatal magoa-me. Chorei todas as decepções do meu coração nesta canção e parece que outros, com o mesmo sentimento que eu, encontraram nela a sua própria dor”.
Segundo o New York Times (1968), pouco depois de completar os seus sessenta e nove anos Seress suicidou-se, saltando de uma janela. A influência da música no aumento do número de suicídios fez com que a sua transmissão fosse proibida pelos chefes da BBC. Nos Estados Unidos, algumas estações de rádio e discotecas adoptaram o mesmo boicote.
Terá a música Gloomy Sunday todo este valor epidémico ou será uma mera coincidência? Comvém não esquecer que em 1930 assiste-se à Grande Depressão. Terá o Domingo sombrio sido abafado pela segunda e terça feira negra em que se verifica um incremento da taxa de suícidios e falência/desespero de acionistas com a queda da Bolsa de Valores? Serão os efeitos de uma recessão económica, elevadas taxas de desemprego, quedas do PIB – próprios da Grande Depressão? Repare-se: um cenário muito próximo do vivido atualmente!
A tradução seria algo do tipo:
É outono e as folhas estão caindo
Todo o amor morreu na terra
O vento está chorando lágrimas cheias de tristeza
Meu coração nunca mais vai esperar por uma nova primavera
Minhas lágrimas e minhas tristezas são todas em vão
Pessoas são cruéis, gananciosas e más…

O amor morreu!

O mundo chegou ao seu fim, a esperança deixou de ter sentido
Cidades estão sendo destruídas, os projéteis estão fazendo música (*)
Os prados são tingidos de vermelho com sangue humano
Há pessoas mortas nas ruas em todo lugar
Eu direi outra oração silenciosa:
Pessoas são pecadoras, Senhor, elas cometem erros…

O mundo acabou!


terça-feira, 4 de setembro de 2012

A Lenda de Slender Man


Bom a alguns dias que venho pesquisando sobre a lenda de um "monstro" chamado Slender Man. Aparentemente a história diz que em um blog foi criada uma enquete pra que os leitores criassem suas próprias lendas e histórias de terror, e foi então criado o Slender. Que é um personagem que tem a aparência de um homem branco, alto e muito magro com seus membros esticados, ele se esconde na floresta e ataca a noite. Obs: ele só ataca crianças.
 Ai você me diz: " mas isso não foi uma história inventada?" pois é, também pensei nisso. Mas como eu me intertecei pela história pesquisei mais e encontrei relatos de pessoas que afirmaram ter visto o Slender em fotos com seus filhos e tempos depois a criança desapareceu. Vou mostrar algumas dessas fotos:

Mas ai como dizer... o bagulho fudeu! Com o tempo e reparando em fotos vi que outros desaparecimentos tinham as mesmas características do Slender Man, não só crianças, mas sim também com adultos.
Varias pessoas relataram ter visto o Slender contam uma história que é mais ou menos assim ó:
A muito tempo em uma terra de fazendeiros, eles tinham atitudes e o modo de vida quase normal exceto por uma coisa, eles tinham a crença de que tudo que estragasse e fizesse mal a colheita devia ser queimado. E pessoas ruins e bandidos eram amarrados em uma arvore e deixados lá para morrer. O objetivo era a arvore crescer e quebrar os membros da pessoa. A maioria das pessoas morriam antes da arvore crescer por causa da fome. Mas uma certa vez um homem foi amarrado a uma arvore e passou muito tempo lá, vivo. A arvore ja estava grande e o homem continuava vivo. Os fazendeiros então resolveram abolir esse tipo de sacrifício, e depois de uns dias o homem desapareceu, e com o desaparecimento do homem as crianças foram sumindo também. Bom a lenda diz isso. Eu acredito que por as pessoas acreditarem tanto na história ela se tornou real, como por exemplo a existência de Deus. Não temos uma prova concreta mas pelo fato de tantas pessoas acreditarem ele  existe (na minha minha opinião)

(Lembrando que tudo isso é uma história ficticia)

(Fonte: Medo B, Minilua, Marble Hornest, etc)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A Mansão Winchester





Em 1862, uma jovem mulher de nome Sarah Pardee casa-se com William Wirt Winchester dono das fábricas de rifles Winchester. Com o passar do tempo, a fábrica de armas desenvolveria um rifle que seria o mais rápido e mais usado da época, tornando a família Winchester dona de uma das maiores fortunas da América.
Nesse tempo nasce Anne Pardee Winchester a filha de Sarah e William. Mas pouco tempo depois, uma doença mata a criança, deixando Sarah inconsolável.

Passaram-se quase dez anos até que Sarah pudesse superar a tragédia e voltar a vida normal. Mas o casal jamais teve outro filho.
Como se fosse por karma, em 7 de março de 1881 William morre de tuberculose, e Sarah entra em total depressão e herda uma gigantesca fortuna.
Pouco tempo depois, certa noite, Sarah ouve barulhos, gritos horríveis e pancadas por toda a casa. E assim segue durante vários dias seguidos.
Completamente desesperada, Sarah vai à uma médium espírita. A médium informa que o marido de Sarah se encontra ali, e que ele disse que os espíritos atormentados das pessoas mortas pelas armas Winchester, estão vagando perdidos com ódio, e que foram eles que mataram sua filha e o próprio William, e que ela seria a próxima.

A médium informa que Sarah deveria mudar de casa, que o seu marido a iria guiar e ela saberia qual nova casa comprar quando a visse.
Essa casa deveria ser reformada para que os espíritos de luz pudessem ali ficar para protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem.
Sarah vaga então pelos Estados Unidos até chegar em Santa Clara, onde vê uma casa de 6 cômodos ainda em obras e sente que é aquela casa que deve ser comprada. 
Então ela inicia suas obras, construindo novos quartos e cômodos na esperança de viver em paz, conforme orientado pela médium que visitou anteriormente. No entanto, apesar dos seus esforços, sua obra não fez parar os tormentos que a acompanhavam. Vozes, aparições e sons são ouvidos constantemente na casa.

Começa então um inusitado jogo macabro de Sarah. Quartos e mais quartos foram construídos. Ela demolia e reconstruía cômodos incessantemente. Aumentava, diminuía, construía um quarto em torno de outro.
Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas que não davam em lugar algum.
Várias portas que ao se abrirem davam para um vão vazio e quartos com passagens secretas, bem como também labirintos e armários que ao se abrirem mostravam só paredes.
Tudo isso ela fazia para confundir e desencorajar os maus espíritos que ali entrassem. As obras na casa nunca cessavam.

Os trabalhadores se revezavam de maneira que 24h por dia se ouviam os martelos e ferramentas na construção.
Sarah nunca tinha um projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos.

O chefe de obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria para o dia, e no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia anterior e reconstruir de outra forma, assim os espíritos poderiam ficar mais e mais confusos.
Foi construída uma sala, chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era viva.
Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Dizem que o quarto foi construído como uma passagem para o outro mundo, sendo que ali ela recebia os espíritos durante as sessões.

A casa já estava com sete andares, inúmeros cômodos, várias lareiras e incontáveis janelas, quando em 1906 um terremoto destruiu parte da casa e jogou os três últimos andares no chão. Sarah então não parou.
Os cômodos destruídos, foram selados e novos quartos construídos em torno deles, pois ela achava que os espíritos que ali estavam no momento do terremoto, ficariam aprisionados para sempre.

As obras não paravam. Durante 36 anos, inúmeros carpinteiros e trabalhadores mudaram, aumentaram, destruíram e reconstruíram até que no ano de 1922, depois de uma sessão espírita no quarto azul, Sarah foi se deitar e morreu durante o sono aos 83 anos de idade, deixando uma casa com aproximadamente 160 cômodos, 47 lareiras, mais de 10.000 janelas, incontáveis escadas e portas. As obras finalmente foram interrompidas.

Tempos depois a casa foi vendida para um grupo de investidores que planejavam usar a casa como atração turística. Na primeira contagem, eles divulgaram que a casa possuía 148 cômodos. Numa segunda contagem o número foi para 160, mas a cada contagem se chegava a um número diferente. Era impossível saber o número de cômodos que a casa possuía.
O lugar era tão confuso e tão cheio de labirintos que os trabalhadores demoraram mais de 6 semanas para retirar a mobília da casa.

Hoje ela é registrada como a maior casa da Califórnia com número desconhecido de cômodos.

Contudo, ainda hoje, visitantes e funcionários afirmam ouvir vozes e presenciar aparições estranhas dentro da casa. Talvez, os espíritos que ali entraram, jamais conseguiram sair.